segunda-feira, 20 de julho de 2009

13º DIA - RECOLETA, PALERMO E PUERTO MADERO

Puerto Madero...


Parque da Recoleta.

Mais da recoleta







Cruce de vias em Recoleta...




Kátia com saudades da mãe...



Em algum lugar da Recoleta...



Sem comentários...



no metrô...


Tiramos o último dia na capital Argentina para conhecer os bairros Recoleta e Palermo, pegamos o subte (metrô) e de mapa e gps na mão nos aventuramos novamente pela cidade. A cidade é muito bonita, com construções antigas bem preservadas e muita área verde, com parques que são bem utilizados e cuidados pela população portenha, passeamos um pouco pelas ruas e parques da Recoleta e nos detivemos um pouco no Buenos Aires Design, um shopping de móveis e decorações ao lado do parque da recoleta, tem muitas coisas legais, diferente do que há no Brasil. Depois pegamos um táxi e fomos para Palermo (não há linhas de metrô para lá), mais precisamente para Palermo Viejo (velho), muito bonito, vale a pena. Voltamos para o hotel no final da tarde e depois, de despedida fomos dar mais um passeio na Rua Florida com direito a jantar em um restaurante chique de Puerto Madero, Siga La Vaca, acompanhado de um vinho Luigi Bosca Reserva (Andréa, é muito barato, 40 pesos, algo próximo de 20 reais). Fomos dormir cedo, pois no dia seguinte seriam 1080km até Mendoza.



PS: apesar de bonita, temos que ter cuidado ao andar pelas ruas de Buenos Aires, pois há muitos cachorros passeando com seus donos, que não ligam nem um pouco para as necessidades fisiológicas dos animais. Dessa forma há muitas fezes caninas espalhadas pelas ruas, e se não ficarmos atentos...

quarta-feira, 15 de julho de 2009

11º e 12º DIAS - Buenos Aires

De volta a estacion.


Fazendo pose.

La Enbarcacion.


Disfarçando o medo de andar de barco (era a única no interior do mesmo)...


Museu do Tigre...




Todo mundo na parte de trás do barco, tava difícil...


Coitado desse menino, é uma tristeza só...




passando o tempo...



Esperando "la enbarcacion..."


Estacion Tigre...

Passeando na Florida...


Mais da Casa Rosada...

na Plaza de Mayo...


Em frente a Casa Rosada, à noite...


mais do metrô...


Dentro do metrô antigo, ainda feito de madeira...


À espera do metro...


Pausa para um lanchinho...


Ainda nas compras...



Indo às "compritas"...



Depois de um dia e meio de compras e passeios em "tiendas" de Buenos Aires, finalmente tiramos um dia para passear e conhecer um pouco da capital argentina. Os meios de transporte escolhidos foram metrô e trem, que juntos possuem uma malha que cobre boa parte da cidade. Decidimos ir ao El Tigre, uma cidadezinha a 30km de Buenos Aires, no delta do rio Paraná , o Delta tem 350 rios, arroios e canais, é conhecido como a Veneza Argentina. Pegamos o metrô na estação ao lado do hotel, fizemos duas trocas de linha e chegamos na estação Retiro, onde fica a estação ferroviária. Pegamos o trem com destino a Tigre, o percurso demorou uma hora, cruzando a cidade de Buenos Aires. O passeio valeu a pena, a cidadezinha é muito simpática, com muito verde, praças e parques infantis. Alugamos um barco para um passeio de uma hora pelo delta, ao preço de duzentos pesos. Voltamos para o hotel por volta das 16:30hs e decidimos descansar um pouco, pois a noite pretendemos conhecer Porto Madeiro. Amanhã será nosso último dia em Buenos Aires e planejamos visitar o bairro de Palermo pela manhã e se houver disposição, conhecer tambem o bairro de Recoleta na parte da tarde, pois na quinta à noite esperamos dormir em Mendoza, no coração dos vinhedos argentinos.

terça-feira, 14 de julho de 2009

9º e 10º DIAS - Uruguai e Buenos Aires

Gustavo feliz com o novo relógio do Ben 10


No Buquebus...

Aí Fabio, te recuerdas...










Depois de passar a noite no Chuí (o hotel não tinha calefação e dentro do quarto a temperatura se estabilizou a 6ºC, não tinha cobertor que acabasse com o frio, dessa forma passar a noite foi só o que pudemos fazer), saímos cedo rumo ao Uruguai. Primeiro fomos à Aduana Brasileira, para registrar a saída da Bia junto à polícia federal. Na aduana uruguaia tivemos o primeiro contratempo da viagem. O agente da "imigraciones" alegou que a carteira de identidade do Lucas não teria mais validade porque quando a mesma foi expedida ele era menor de idade e que deveria ter tirado outra quando fez 18 anos e que teríamos que voltar a Santa Vitória do Palmar para providenciar um passaporte para ele. Após alguns argumentos de nossa parte, o agente se ofereceu para "resolver" o problema, chamou o Fernando para uma sala no interior da aduana e sumiu com o problema juntamente com os 500 pesos uruguaios que o Fernando tinha na carteira. Tudo bem, problema resolvido nos pusemos na estrada rumo a Punta del Este, onde chegamos sem problema algum. Tiramos algumas fotos, conversamos com alguns argentinos sobre a gripe suína e fomos para Montevideu, onde chegamos rapidamente. Ao procurar um restaurante para almoçar tivemos uma surpresa, os poucos restaurantes abertos estavam lotados, em razão disso saboreamos uma deliciosa refeição by Mc Donalds em um shopping da cidade. Após o almoço seguimos para Colônia do Sacramento, onde chegamos ao final do dia, achamos um bom hotel no centro da cidade por 84 dólares a "habitacion cuadrupla", onde resolvemos nos estabelecer. Estávamos um pouco traumatizados pela noite anterior no Chuí, e o hotel de boa aparência, lareira acesa na recepção e calefação nos corredores e quartos nos pareceu com preço razoável para a ocasião.

No dia seguinte fomos para o porto de colônia e enbarcamos no BuqueBus de 10:45h para Buenos Aires, onde chegamos por volta das 12:00hs. Não tivemos problema algum na aduana argentina e logo o GPS nos levou sem erro para o hotel, nos estabelecemos e saímos para almoçar na Rua Florida, onde passamos o resto do dia passeando pelas lojas.

sábado, 11 de julho de 2009

7º e 8º DIAS













Na sexta-feira, finalmente o sol deu o ar da graça na Serra Gaúcha, aproveitamos para fazer os passeios que a chuva não permitia, como o Mini Mundo e a Vila do Papai Noel. Quanto ao Mini Mundo, posso dizer que realmente vale a pena, as miniaturas são muito bem feitas e fotografando em algumas perspectivas fica difícil distinguir entre o que é miniatura e o que é real. O passeio na Vila do Papai Noel foi feito apenas pela Kátia, Gustavo e Bia, enquanto eles faziam o passeio ficamos andando pelas ruas de Gramado. Almoçamos em um restaurante chinês e voltamos para o hotel em Canela. Boa parte da tarde foi ocupada pela tarefa de despachar alguma parte da bagagem e os vinhos para casa. A noite nos despedimos da Serra Gaúcha com mais um rodízio de pizzas na Toca das Bruxas.

Hoje saímos de Canela às 08:30h, debaixo de chuva forte e muita neblina, que nos acompanhou nos primeiros 50km da viagem, depois disso o tempo abriu e o sol apareceu, nos acompanhando até a chegada ao Chuí, por volta das 16:30h. Achamos um hotel simples mais muito limpo, arrumado e barato (R$ 20,00 por pessoa) no centro da cidade, com garagem fechada para guardar os carros. Nos instalamos e fomos conhecer a praia da Barra do Chuí, onde a temperatura estava a refrescantes 5ºC. Só conseguimos descer do carro para tirar uma foto e voltar correndo para o centro da cidade, onde esta um pouco mais quente. Fizemos um passeio pelos free-shops do lado uruguaio da cidade (com preços parecidos com os encontrados em Ciudad del Este), e depois jantamos em um "comedor" uruguaio, uma comida saborosa e barata. A temperatura baixou um pouco mais e fomos para o hotel passar a noite. Amanhã o dia promete, pois iniciaremos a parte "internacinonal" da nossa viagem. Pretendemos passar por Punta Del Este, almoçar em Montevideo e ir dormir em Colônia do Sacramento.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

6º DIA - VALE DOS VINHEDOS





























Saímos cedo de Canela, nem esperamos para tomar o café da manhã no hotel, pois havíamos feito reserva no passeio de maria fumaça às 10 horas da manhã em Bento Gonçalves, distantes 130km de canela. Resolvemos destinar duas horas a esse trajeto, pois já sabíamos como a viagem não rende nessas serras gaúchas, uma vez que as pistas não são duplicadas, há poucos pontos de ultrapassagem e há um trânsito considerável de caminhões. Chegamos à Bento Gonçalves às 9:30h, paramos na entrada da cidade, onde há o pórtico em forma de pipa e o centro de informações turísticas, onde um atendente além de nos informar como chegar na estação ferroviária, nos passou mapas de Bento Gonçalves e do Vale dos Vinhedos, dando ainda algumas sugestões de passeio.

O passeio de Maria Fumaça é um capítulo à parte dessa viagem, simplesmente fantástico, com muitas atrações para divertir o turista (como se o passeio em si, em um trem fabricado há dois séculos, com caldeira a lenha não fosse diversão o suficiente), no começo, ainda na estação há uma cantora, caracterizada com trajes do início do século passado, nos alegrando com animadas tarantelas italianas, É impossível não se deixar levar pelo ritmo contagiante da música e começar a bater o pé aqui, dar uns passinhos ali, e começar a cantarolar (lala lala lalalalalaaa), como eu disse, contagiante.

Durante o passeio nos vagões de passageiros há mais animação, com mais música italiana, música típica gaúcha, peça teatral humorística (muito boa), mais música italiana, agora com um grupo de teatro que chama os passageiros a dançarem no corredor do vagão (ninguém escapou de dançar a tarantela), muito divertido. Há ainda degustação de vinhos e biscoitos coloniais nas duas paradas do passeio, em Carlos Barbosa e Garibaldi. Após o passeio há ainda uma peça teatral que retrata o início da colonização italiana na região, a qual não assistimos, pois o passeio acabou às 12:30 e estávamos com pressa de ir ao Vale dos Vinhedos.

Ao sair da estação de Bento Gonçalves nos dirigimos imediatamente ao Vale dos Vinhedos, onde nos banqueteamos com uma sequência de massas e carnes no restaurante S'borneas (outra indicação da Andréia e do Winston). Fenomenal, vale cada centavo pago, na entrada pão, frios e uma saborosa sopa de capelleti, as massas, de fabricação própria são excelentes, as carnes fantásticas, se vierem até aqui não deixem passar em branco.

Saímos do restaurante e nos dirigimos a vinícola Don Laurindo, a maior com processo produtivo artesanal da região. Tivemos uma breve explicação sobre o processo produtivo e passamos para a degustação dos vinhos. Sem comentários, compramos quatro garrafas de Tannat e duas de Cabernet Sauvignon.

Fomos para a vinícola Casa Valduga, uma vinícola maior, com produção industrial, que tem se especializado em espumantes de alta qualidade, obtendo reconhecimento internacional. Aqui o passeio é mais elaborado, começa com um vídeo explicativo sobre a história da família Valduga, depois uma enóloga nos acompanha em uma visita às caves subterrâneas, onde os vinhos amadurecem, e a uma parte da fábrica, onde há engarrafamento e rotulagem do vinho. Após essa etapa passamos para a degustação. Compramos um Chardonnay safra 2009 (devidamente saboreado com queijo provolone durante a redação dessa postagem), e dois Cabernet Sauvignon Premium.

Devido ao adiantado da hora (já passava das 17:00h), corremos para a vinícola Miolo, não deu tempo de fazer uma visita guiada, então fomos direto para a loja da fábrica. O merlot terroir estava muito caro (R$ 70,00), então compramos 4 garrafas do Quinta do Seival castas portuguesas e pegamos a estrada de volta a Canela, onde chegamos debaixo de chuva e muita neblina por volta das 20:30hs. Dia extremamente gratificante.